Relato feito pela aluna Thays da Cruz Silva:

O momento de aula foi mais semelhante a uma conversa informal, por ser essa perspectiva de ensino adotada pelo professor. Foi momento rico, em que houve muito debate sobre a cotidiano vigente, sobre nossa forma de produção de subjetividade na sociedade ocidental, em q nosso dia-a-dia é perpassado por muitas responsabilidades, tarefas, que faz com que nossa vida seja marcado por automatismo tremendo, em que não temos para nos sentir, entramos assim, em um processo de adoecimento.

WhatsApp Image 2017-06-18 at 20.25.50

Refletimos sobre os aspectos que circundam a educação, e como este, contribui para esse cotidiano atarefado. Pensamos em como o sistema educacional é defasado, controlador, e como ele anula as inquietações, o pensamento crítico que nos ajuda a pensar em forma de mudar a realidade. Esse sistema, é reforçado e mantido, por fatores ligados e economia e politica, e que por sua vez, defende e vende uma ideologia de vida marcada pelo consumismo, imediatismo. Fatore esse que se conectam a educação e as escolas como ferramenta que transmite essa ideologia, e mantém esse cotidiano baseado no automatismo, consumismo, egocentrismo.

WhatsApp Image 2017-06-18 at 20.25.19

Foi um momento que suscitou muita inquietação e reflexão sobre essas questões que já foram citadas, em conexão com a figura e o papel do professor, como um potencial agente na busca de ajudar a modificar essa realidade através de sua profissão. Estimulando o debate, a inquietação, a proximidade com estudantes, ao invés de se colocar numa posição de poder opressor que anula a criatividade do estudante, e que contribui para que ele seja um sujeito conformado, que não percebi sua realidade de maneira crítica e busca possibilidades de mudança.

WhatsApp Image 2017-06-18 at 21.11.50

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

css.php